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Projeção no Congresso Nacional marca campanha pelo fim da violência contra as mulheres e do racismo

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O prédio do Congresso Nacional, em Brasília, recebeu na noite desta quarta-feira (3) uma projeção especial da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres e do Racismo, coordenada pelo Ministério das Mulheres. Mensagens em defesa dos direitos humanos, da igualdade racial e de uma vida livre de violências iluminaram as cúpulas do Parlamento, chamando a atenção de quem passava pela Esplanada dos Ministérios.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou o simbolismo da ação ao lembrar que a projeção também celebra os 20 anos do Ligue 180, serviço que realiza “um trabalho muito qualificado de acolhimento, orientação e encaminhamento das denúncias de violência contra as mulheres”. Para ela, a intervenção reafirma “a posição do governo do Brasil em defesa intransigente dos direitos das mulheres, em articulação com estados, municípios e movimentos sociais”.

Projeções em diferentes capitais até 10 de dezembro

A intervenção em Brasília integra uma agenda nacional que ocupa espaços de grande circulação e visibilidade. Em São Paulo, a campanha ganhou destaque no prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, e na região da Consolação, ampliando o alcance das mensagens contra o machismo, o racismo e todas as formas de violência.

No dia 10 de dezembro, encerramento dos 21 Dias de Ativismo, novas ações ocorrerão em diferentes capitais. No Rio de Janeiro, a projeção será exibida no Cristo Redentor. Em Salvador (BA), haverá projeção especial na mesma data, com local a definir. Em Manaus (AM), o Teatro Municipal será iluminado de roxo, reforçando o compromisso com a defesa dos direitos das mulheres e com o combate ao racismo.

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Outras ações da campanha: Tenda Lilás e mobilizações em todo o país

A projeção no Congresso soma-se às diversas iniciativas realizadas ao longo da campanha. Em Brasília, a Tenda Lilás ocupa a Rodoviária do Plano Piloto entre 2 e 4 de dezembro, oferecendo orientação, acolhimento, rodas de conversa e distribuição de materiais sobre importunação sexual nos transportes públicos.

Em estados de todas as regiões do país, estão sendo realizadas ações culturais, intervenções urbanas, debates e atividades formativas que fortalecem a rede de proteção e ampliam a conscientização sobre violência de gênero e racismo.

O Ministério das Mulheres também está promovendo uma série de eventos institucionais ao longo dos 21 Dias de Ativismo. Entre as atividades, destaca-se o “Seminário Nacional sobre Violência Política contra as Mulheres: diálogos para o enfrentamento”, realizado em formato híbrido na última quarta-feira (3), reunindo parlamentares, especialistas e lideranças para debater legislação, proteção de direitos e estratégias de enfrentamento.

Na terça-feira (2), o seminário “Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça: Mais mulheres na liderança, mais equidade nas empresas, mais igualdade no mundo do trabalho” reuniu, em Brasília, representantes de 65 empresas públicas, privadas e mistas, órgãos do governo federal e organismos internacionais para debater a importância de enfrentar as desigualdades no mundo do trabalho e de ampliar a presença de mulheres, especialmente mulheres negras, em cargos de direção e em setores estratégicos da economia.

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na Câmara dos Deputados, uma audiência pública celebrou os 20 anos do Ligue 180, ressaltando a importância do canal como política de Estado e referência em denúncias, orientações e informações sobre direitos.

21 Dias de Ativismo

A campanha segue até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, em articulação com os governos estaduais, municipais, distrital e órgãos de políticas para as mulheres de todo o país. A programação inclui ações culturais, de comunicação e de mobilização social, além de intervenções no espaço público, para chamar a atenção da sociedade para a urgência de proteger os direitos das mulheres, principalmente as mulheres negras, que estão entre as principais vítimas da violência e do racismo no Brasil. Saiba mais.

Fonte: Ministério das Mulheres

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