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Mercados asiáticos fecham em alta com anúncio de cessar-fogo entre Israel e Irã

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As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira (data local) com forte valorização, refletindo o otimismo dos investidores diante do anúncio de um cessar-fogo entre Israel e Irã. A trégua, divulgada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aliviou temores de uma escalada do conflito no Oriente Médio, favorecendo o apetite global por ativos de risco.

China atinge maior nível em três meses

Na China continental, o índice Xangai Composto (SSEC) subiu 1,15%, alcançando 3.420 pontos, no maior patamar desde 20 de março. Já o CSI300, que reúne as principais companhias listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 1,20%, encerrando o dia aos 3.904 pontos, o nível mais alto em um mês.

Hong Kong registra melhor desempenho diário em mais de cinco semanas

O Hang Seng, principal índice da bolsa de Hong Kong, teve alta expressiva de 2,06%, aos 24.177 pontos. Essa foi a maior valorização diária registrada nos últimos 35 dias.

Segundo analistas do Bank of China (International) Securities, a trégua anunciada por Trump pode marcar um ponto de inflexão no humor do mercado. “O apetite por risco nos mercados chineses provavelmente não vai piorar muito a partir de agora. Se houver mais sinais de alívio nas tensões no Oriente Médio, pode haver uma nova rodada de oportunidades de compra”, afirmaram em nota.

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Outras bolsas da Ásia também avançam

Além dos ganhos observados nas bolsas chinesas, outras importantes praças asiáticas também fecharam em território positivo:

  • Tóquio (Nikkei 225): alta de 1,14%, aos 38.790 pontos
  • Seul (Kospi): valorização de 2,96%, aos 3.103 pontos
  • Taiwan (Taiex): avanço de 2,10%, aos 22.188 pontos
  • Cingapura (Straits Times): ganho de 0,65%, aos 3.904 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): alta de 0,95%, aos 8.555 pontos

O cenário internacional mais calmo e a possível contenção de conflitos no Oriente Médio impulsionaram os mercados da região, com investidores buscando ativos mais arriscados diante de menor aversão ao risco.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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