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Secretaria Nacional de Paradesporto, do MEsp, apresenta programas de inclusão e inovação no Expo Brasil Paralímpico

O secretário Nacional de Paradesporto, Fábio Araújo, apresenta ações do governo federal na Expo Brasil Paralímpico. Foto: Comitê Paralímpico Brasileiro

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O Ministério do Esporte (MEsp), por meio da Secretaria Nacional de Paradesporto, marca presença na segunda edição da Expo Brasil Paralímpico, que começou na quinta-feira (06) e termina neste sábado (08), em São Paulo. Com uma programação ampla no Palco Transforma Paradesporto, a SNPAR leva ao evento debates e apresentações sobre inclusão, inovação, antidopagem e políticas públicas que fortalecem o paradesporto brasileiro.

Durante os três dias de evento, a Secretaria conduz painéis sobre temas como esporte e reabilitação, mudanças climáticas e paradesporto, tecnologias assistivas, integridade esportiva, além de apresentar aos visitantes, os programas Semear Paradesporto, TEAtivo, Paradesporto Brasil em Rede (PPBR) e Maré Inclusiva. Todos com foco na ampliação do acesso e na garantia de direitos às pessoas com deficiência por meio do esporte. “O paradesporto é uma das ferramentas mais poderosas de inclusão social. Ele transforma vidas, promove autonomia e fortalece o senso de cidadania”, afirma Fábio Araújo, secretário nacional de Paradesporto, que está presente no evento na condução de diversas atividades.

De acordo com o secretário Fábio Araújo, a SNPAR trabalha para difusão e fortalecimento do paradesporto como uma política pública essencial para garantir o direito à inclusão e à igualdade de oportunidades e garantir o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). A Secretaria busca integrar esporte, educação e saúde, promovendo impacto direto na qualidade de vida de milhares de brasileiros com deficiência. “Nosso compromisso é com uma sociedade que reconhece o potencial e o talento de todas as pessoas. O esporte é o caminho para transformar essa visão em realidade”, disse.

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Para o secretário, o fortalecimento do paradesporto depende da consolidação de uma rede nacional de políticas permanentes. “Não se trata apenas de promover a prática esportiva, mas de garantir um projeto de país onde todas as pessoas tenham o direito de participar plenamente da vida social. O paradesporto é cidadania, é educação e é também uma forma de construir um Brasil mais justo e inclusivo”, concluiu Fábio Araújo.

Esporte, inclusão e cidadania

Criada em 2020, a Secretaria Nacional de Paradesporto (SNPAR) tem como missão ampliar o acesso de pessoas com deficiência à prática esportiva em todas as suas manifestações — da iniciação ao alto rendimento — e promover a inclusão por meio de programas inovadores. Entre as iniciativas apresentadas no Expo Brasil Paralímpico estão:

Programa Semear Paradesporto – Voltado à democratização e equidade do acesso ao paradesporto educacional, o programa implanta núcleos de iniciação esportiva gratuitos em todo o país. Atende crianças, adolescentes e jovens com diferentes tipos de deficiência, inclusive pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com atividades que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social.

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Programa TEAtivo Destinado a pessoas com TEA a partir dos 6 anos, o TEAtivo cria núcleos especializados para práticas esportivas e de lazer adaptadas, com foco no desenvolvimento global, socialização e autonomia. O programa também capacita profissionais e fomenta parcerias com escolas e espaços comunitários, visando ambientes acessíveis e acolhedores.

Programa Paradesporto Brasil em Rede (PPBR) Desenvolvido em parceria com universidades e institutos federais, o PPBR forma uma rede acadêmica de núcleos de paradesporto em todo o país. O objetivo é expandir o alcance das práticas esportivas para pessoas com deficiência e estimular a produção de conhecimento, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Atualmente, o programa conta com dez núcleos implantados em instituições federais de ensino superior.

Programa Maré Inclusiva Voltado à inclusão por meio do parasurf, o programa oferece aulas adaptadas e acessíveis para pessoas com diferentes tipos de deficiência. Além de promover o bem-estar físico e emocional, a iniciativa contribui para a formação de profissionais especializados em paradesporto e utiliza o surf como ferramenta de transformação social e cidadania.

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

 

Fonte: Ministério do Esporte

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